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Deste modo, segundo Schelling a natureza não precisa "do investimento com a sua alma": a alma nele é, e a alma é a própria essência da natureza. Este "idealismo da natureza" e o seu dialectician não se uniu na doutrina de Schelling de modo nenhum não de um modo casual. Se a natureza for morta, "calosa" se só também "objetar" se priva absolutamente "da subjetividade" (atividade interna), Fichte tem razão: não é dialética. E vice-versa: se dialeticamente se desenvolver, o meio nele lá vive "a alma", o seu "mestre" interno. Resulta que se a natureza carregar em si mesmo o mesmo começo que se faz por mim na pessoa se nele o mesmo princípio se mostrar, que em um mundo interior, é possível aplicar-lhe a análise dialética (fikhteanskiya, naturalmente, transformado desde o sistema de Fichte que já se disse, se proibiu a consideração da natureza em tal chave.

Aquele contraste I que em Fichte junta para mim "o ato lógico na forma da antítese existente perto da tese" em Schelling desenvolve-se no processo. Procura mostrar como o contraste se torna o contraste.

Fichte quis dar ao conceito da formação a importância universal, mas foi com esta finalidade necessário eliminar "um elemento inerte" no sistema, a saber "antisituação à formação", "objete" que levassem a destruição da dialética da consciência, desaparecimento da realidade I. Por isso, teve de supor constantemente que cada vez a natureza constante em si mesmo tenha de resistir "à procissão vitoriosa de espírito".

Segundo Fichte, a natureza só "negativa", e segundo Schelling, ele algo positivo. Ambos os pensadores chamam physiophilosophy e contrastes de filosofia transcendentais, mas exatamente aqui eles as suas visões se dispersam: segundo Fichte o contraste é que a filosofia pode ser só um naukoucheniye, mas não physiophilosophy, e segundo Schelling isto e o outro faz dois pólos de uma filosofia. todo o sistema da filosofia, reclama Schelling, encontra o fim "em duas ciências principais, é mútuo ele mesmo o recheio e um a outro exigência, apesar do contraste em princípio e orientações".

Em Fichte faço a natureza pelo contraste para, Schelling tem uma própria natureza possuem o desenvolvimento vira-se ao contrário de si mesmo: formação - em tornado, inconsciente - em compreensão de si mesmo.

Em paradas de atividade de Fichte em um produto (por isso, os sujeitos naturais aparecem nele "objetos" só passivos), e em Schelling só se desbota novamente para apressar-se nele já em uma nova forma e além disso continuar-se e pospor-se para o seguinte produto, etc.

Schelling, tendo rejeitado fikhteansky panegoism, tentado para desenvolver de posições do idealismo objetivo a doutrina sobre uma origem da inteligência humana pelo desenvolvimento de "um pervonachal espiritual inconsciente" que nem submetem, nem objeto e eles "identidade absoluta inicial" não é. No physiophilosophy afirmou muitas ideias dialéticas e pela primeira vez na história da filosofia tentada (do idealismo de posições para dar um quadro sistemático completo do desenvolvimento da natureza.

Como Fichte não tinha consideração imanente da natureza, também não pode compreendê-la deste partido ativo seu. A natureza é para ele algo uma vez e para sempre firmou-se, o contraste incondicional da atividade (sujeito, "objeto", e para Schelling - a realização amadora que só se escondeu e pronto para inflamar-se novamente, reanimar-se em novas formas. Segundo Schelling tudo na natureza se abre pelo contraste: o general - por oferta especial, uma produção - por um produto. A própria natureza conduz o produto por contrastes e no topo mais alto submete-o na identidade inicial onde o conflito de contrários "se desbota". Tal também tem de apresentar-se naquele ponto do desenvolvimento onde a sua atividade já se pospõe para um novo produto, para a pessoa ao passo que neste topo do desenvolvimento se exprime a formulação fikhteansky": Só sou atividade e algo mais", isto é inicialmente, na forma pura, na essência a natureza é atividade, e esta limitação geral sua apresenta-se o mais universalmente em um produto especial da natureza, na pessoa. Contudo Fichte pôs algum outro sentido nas palavras "Sou Atividade": já pensou se entender, subjetivo eu para o qual a natureza se tornou não - eu, objeto.